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O valor de conviver com pessoas idosas — e o que isso nos ensina sobre envelhecer, cuidar e pertencer

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Minha consulta na sua casa

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Ofereço um espaço de cuidado em saúde que cuida do todo, ao longo do tempo , centrado na pessoa , com espaço para trocas , vínculos e confiança.

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O Consultório

Rua Dr. Nereu Ramos 1000 Gaspar, Santa Catarina

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Ganhei esse pin da prevenção e achei que ele combi Ganhei esse pin da prevenção e achei que ele combina muito com essa passagem do Outubro Rosa para o Novembro Azul — talvez duas das campanhas de saúde mais conhecidas por aqui.

Mas, assim como outubro não deveria ser só sobre mama, novembro também não deveria ser só sobre próstata.

Os homens, de modo geral, adoecem e morrem mais por várias causas e costumam chegar menos aos espaços de cuidado. Doenças cardiovasculares continuam tendo um peso enorme, além de saúde mental, uso de álcool, tabagismo, acidentes e tantas outras questões que também precisam entrar nessa conversa.

E é muito comum encontrar aquele homem que vai adiando.

“Depois eu vejo.”
“Não estou sentindo nada.”
“Quando piorar, eu vou.”

Até que o cuidado acontece na urgência.

Sobre câncer de próstata, eu também gosto de fugir da ideia de que prevenção significa simplesmente pedir exames para todo mundo.

Rastreamento precisa ser conversado.

Entender idade, história familiar, fatores de risco, condições de saúde e, principalmente, conversar sobre os possíveis benefícios e riscos dos exames para tomar uma decisão junto com aquela pessoa.

Então meu convite para o Novembro Azul é bem maior:

que seja um mês para o homem olhar para a própria saúde.

Medir a pressão.
Rever exames e medicamentos.
Falar de sono, sexualidade, saúde mental, alimentação, atividade física.
E procurar cuidado antes de alguma coisa dar errado.

Campanha boa, pra mim, é aquela que abre uma porta.

E que o cuidado continue depois que novembro acabar. 💙
Último dia de outubro. Mas o cuidado não termina a Último dia de outubro.
Mas o cuidado não termina aqui.

A saúde da mulher é muito maior do que um mês, um exame ou uma campanha.

Ela passa pelo corpo, pela mente, pelo sono, pela sexualidade, pelo trabalho, pela maternidade, pelo envelhecimento, pelas relações, pelas sobrecargas e por tudo aquilo que uma mulher vai sustentando ao longo da vida.

As campanhas são importantes. Elas lembram, orientam, despertam atenção.
Mas eu gosto de pensar nelas como um convite — não como uma ameaça.

Cuidar da saúde não deveria nascer do medo.
E também não deveria gerar culpa em quem adoeceu.
Nem tudo está sob nosso controle.
As doenças acontecem, mesmo quando a pessoa se cuida, faz exames, tenta fazer tudo certo.

Por isso, mais do que encerrar outubro com uma lista do que “você deveria ter feito”, eu prefiro deixar um convite:

que esse cuidado continue:
Nas pequenas escolhas.
No descanso quando for possível.
Na consulta que você vinha adiando.
Na alimentação possível.
No movimento.
No limite colocado.
No pedido de ajuda.
No tempo reservado pra você.

Porque autocuidado não precisa ser grandioso.

Na maioria das vezes, ele acontece nas pequenas coisas que a gente repete ao longo dos dias.

Que outubro termine.

Mas que o cuidado com você continue. 💜
Às vezes, o medo do remédio acaba ficando maior do Às vezes, o medo do remédio acaba ficando maior do que o próprio tratamento.

Medo de opioide.
Medo de dependência.
Medo de “ficar dopado”.
Medo de estar tomando remédio demais.

E, enquanto isso, a dor vai ocupando espaço.

No sono.
No movimento.
No apetite.
No humor.
Na vontade de conversar, sair, participar da vida.

Tratar dor não significa simplesmente usar um remédio forte.

Significa entender a causa, avaliar aquela pessoa por inteiro e escolher a estratégia mais adequada — que pode envolver analgésicos comuns, opioides, medicamentos adjuvantes e também medidas não medicamentosas.

O ponto é: dor não precisa ser normalizada.

Principalmente em pessoas com doenças crônicas, progressivas ou em cuidados paliativos.

Quando a dor melhora, muitas vezes a vida também começa a caber de novo.

Se você está cuidando de alguém que vive com dor persistente e sente que esse sofrimento já virou parte da rotina, talvez exista espaço para cuidar de um jeito diferente.

Me chama. A gente pode conversar com calma e pensar juntos em caminhos para aliviar essa dor e tornar o dia a dia um pouco mais possível. 💜
Sempre fui encantada pelo pôr do sol. É também qua Sempre fui encantada pelo pôr do sol.
É também quando mais me conecto com o presente. 

Quando percebo que não preciso estar em outro lugar, nem antecipar o amanhã. Basta estar ali, inteira.

E é curioso pensar que tudo isso vem de uma estrela. Uma estrela que, mesmo tão distante, tem a capacidade de iluminar, aquecer e transformar tudo o que toca. Que colore o céu, muda a paisagem e desperta tanto dentro de mim .

há beleza no dia que termina, esperança no que ainda não chegou e uma imensidão de vida acontecendo entre uma coisa e outra.

tudo o que eu preciso é estar presente o suficiente para perceber. ✨🤍
A Terapia da Dignidade ajuda a pessoa a olhar para A Terapia da Dignidade ajuda a pessoa a olhar para a própria história e lembrar que existe muito mais ali do que um diagnóstico, uma perda ou uma limitação.

Existem vínculos.
Memórias.
Valores.
Escolhas.
Coisas que foram construídas ao longo de uma vida inteira.

Pra mim, dignidade tem muito a ver com isso: com não deixar que a doença apague quem aquela pessoa é.

Porque cuidar não é só tentar aliviar sintomas.

Também é preservar identidade, significado e tudo aquilo que ainda importa.

No fim, a doença pode mudar muita coisa.

Mas ela não precisa ocupar toda a história. 

E, quando faz sentido para a pessoa, a Terapia da Dignidade pode ser uma forma de cuidar daquilo que permanece.
Maia 🤍🖤 Maia 🤍🖤
Tem coisa que vai ficando tão presente na rotina q Tem coisa que vai ficando tão presente na rotina que a gente para de perceber o quanto está pesando.

A dor que já dura meses.
O sono que nunca é bom.
A pessoa que está cada vez mais dependente.
A alimentação que piorou.
O cuidador que está esgotado.

E, aos poucos, tudo isso vira “o normal”.

Mas o cuidado não precisa começar só quando alguma coisa descompensa.

Não precisa esperar uma queda.
Uma infecção.
Uma internação.
Uma crise.

Às vezes, cuidar melhor começa bem antes: olhando para o que já está difícil hoje e perguntando o que pode ser feito para tornar a vida um pouco mais confortável, segura e possível.

Nem sempre vamos conseguir mudar a doença.

Mas quase sempre existe alguma coisa que podemos fazer para diminuir sofrimento.

💬 Se você acompanha alguém com uma doença crônica, progressiva ou com maior dependência e sente que o dia a dia está ficando cada vez mais difícil, talvez seja um bom momento para organizar esse cuidado.

📍 Atendimento domiciliar em Gaspar e região
🏠 Medicina de Família | Cuidados Paliativos
Slow Medicine : Uma medicina sem pressa, mas com i Slow Medicine : Uma medicina sem pressa, mas com intenção.

Que não abre mão da técnica, mas também não abre mão da escuta.

Que cuida da doença, sim — mas sem esquecer da pessoa que está vivendo tudo aquilo.

No fim, é esse tipo de medicina que eu quero praticar todos os dias: com tempo, vínculo, continuidade e cuidado integral.

💬 Se esse jeito de cuidar faz sentido pra você, talvez a gente tenha muito a conversar.

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